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O que é e como funciona open innovation? Entenda

Publicado por Oxigênio Aceleradora em fevereiro 21, 2023 | Atualizado em maio 8, 2023
7 minutos para ler

O mundo das startups está em constante movimentação e evolução. A dinâmica para atender o mercado é ágil — e isso requer o desenvolvimento de soluções constantes. Nesse cenário, surgiu o conceito de open innovation.

Também conhecido como inovação aberta, essa abordagem prevê a execução de processos e a promoção de ideias e pesquisas fora do ambiente da sua empresa. A partir disso, é possível ter um negócio disruptivo, capaz de alcançar um patamar mais elevado no que se refere à vantagem competitiva.

Neste post, vamos explicar melhor como o open innovation funciona, quais são suas vantagens e como implementar na sua empresa, entre outros aspectos. Saiba mais!

Sumário

  • O que é open innovation?
  • Como o open innovation funciona?
    • Inovação aberta de entrada
    • Inovação aberta de saída
  • Quais são as vantagens da inovação aberta?
    • Agilidade na inovação
    • Otimização de resultados
    • Redução de custos
    • Melhoria do comprometimento do cliente
  • Como implementar o open innovation?
  • Como é a situação da inovação aberta no Brasil?

O que é open innovation?

O open innovation é um modelo em que a propriedade intelectual e inovadora é compartilhada com profissionais de fora da empresa. O objetivo é ter a contribuição de mais pessoas, a fim de alcançar os objetivos e as metas que foram traçados. Ao mesmo tempo, isso gera mais eficiência na obtenção de resultados.

O termo foi cunhado por Henry Chesbrough, em 2003. Na época, ele percebeu que as empresas disseminavam o conhecimento de maneira bastante rápida. No entanto, apenas de maneira interna. Isso gerava uma dificuldade: o surgimento de novas ideias. Afinal, as equipes eram compostas pelos mesmos membros.

Nesse cenário, o professor da Universidade de Berkeley sugeriu que o modelo de inovação fosse alterado. De fechado passaria a ser aberto. Isso significou a descentralização dos processos e o foco na colaboração. Como resultado, seria possível ter novas ideias de forma constante e montar uma equipe de alta performance.

Como o open innovation funciona?

A inovação aberta é um modelo em que o compartilhamento de ideias entre pessoas de dentro e de fora da empresa é incentivado. Na prática, parte dos processos é absorvido por recursos externos. Isso aumenta a eficiência, porque são feitas parcerias estratégicas entre empresas, startups, universidades, aceleradoras, incubadoras etc.

Dessa forma, é possível utilizar tecnologias inovadoras, agilizar os processos e torná-los mais eficientes. Essa é a ideia geral do funcionamento do open innovation. No entanto, existem duas formas de fazer isso. Veja quais são elas.

Inovação aberta de entrada

A etapa de entrada é aquela em que é feito o mapeamento de ideias, empresas e tecnologias que podem solucionar um problema interno. Em alguns casos, também serve para auxiliar no desenvolvimento de um produto que será lançado no mercado.

Inovação aberta de saída

A inovação aberta de saída, por sua vez, é aquela em que a geração de ideias e oportunidades acontecem de maneira exclusiva no ambiente interno da empresa. Depois disso, o mapeamento de parceiros externos é realizado para garantir a validação do projeto.

Quais são as vantagens da inovação aberta?

A integração entre inovação e tecnologia sempre é benéfica para o ambiente corporativo. No entanto, quando falamos de open innovation, existem mais vantagens. Isso porque a realização de parcerias estratégicas traz uma nova dinâmica aos processos, sendo capaz de aumentar a eficiência, a capacidade de testar protótipos e o alcance de bons resultados.

Então, quais são as vantagens dessa abordagem? A seguir, apresentamos as principais.

Agilidade na inovação

O projeto tende a se desenvolver mais rapidamente com o open innovation. Isso porque o trabalho é dividido com os parceiros externos. Dessa forma, o tempo de desenvolvimento e comercialização é menor, o que traz impactos positivos aos resultados corporativos.

Otimização de resultados

O desenvolvimento agilizado das soluções tende a melhorar os resultados, já que esses processos são complexos e caros. Ao mesmo tempo, as parcerias garantem uma reação rápida às novas exigências e tecnologias do mercado. Com isso, há mais vantagem competitiva.

Redução de custos

O gasto necessário para desenvolver soluções é menor, assim como o tempo implicado na empreitada. Essa característica também gera uma reputação melhor no mercado, o que ajuda a empresa a atingir melhores resultados — inclusive no que se refere à rentabilidade.

O modelo também é mais econômico, porque gerar ideias e insumo é algo caro. Assim, em vez de deixar a equipe parada para obter insights, as informações relevantes são obtidas de fontes externas. Com isso, o time pode se dedicar ao core business, atuando de forma estratégica.

Melhoria do comprometimento do cliente

O cliente pode participar do processo de comercialização do produto, repassando seus feedbacks. Com isso, ele se sente ouvido e valorizado. Isso gera uma conexão com a marca, tendo como efeitos a melhoria da percepção sobre a empresa e o aumento da fidelidade.

Como implementar o open innovation?

A implantação pode ser feita de duas maneiras. A primeira é com a integração do capital inovador externo ao projeto já em desenvolvimento. A segunda prevê que as ideias e as tecnologias desenvolvidas pela empresa são oferecidas aos parceiros.

Nenhuma das opções está certa ou errada. Ambos garantem o engajamento dos talentos internos e geram benefícios. De toda forma, é preciso adotar algumas ações que fomentem a aplicação da inovação aberta. Elas são as seguintes:

  • hackathons: são maratonas de inovação em que os participantes formam equipes multidisciplinares. Assim, trabalham a programação, a criação de protótipos, a colaboração e os brainstormings;
  • programa de ideias: pode ser desenvolvido de forma interna ou envolver uma rede de conexões de negócio. É necessário ter uma estratégia bem definida para que as ideias sejam viáveis, sofram melhorias e sejam colocadas em produção;
  • crowdsourcing: consiste no lançamento de um desafio ou tema para colher ideias inovadoras e insights para usar em uma solução. Pode ter premiações estabelecidas de maneira prévia para incentivar a participação;
  • relacionamentos comerciais: passa pela injeção de investimentos em projetos inovadores, criação ou participação de projetos de aceleração e a procura por parcerias;
  • cocriação: consiste no convite de um especialista, parceiro ou cliente para desenvolver uma solução em conjunto. Assim, os méritos e os resultados financeiros são compartilhados.

Ainda é importante promover uma cultura de inovação na empresa. Ou seja, todo o negócio deve ter um mindset direcionado a essa finalidade para que a contribuição seja realmente efetivada.

Como é a situação da inovação aberta no Brasil?

No Brasil, o contexto do open innovation é de elevação. Enquanto em 2019 o número de relacionamentos era de pouco mais de 8 mil, a quantidade passou para 26 mil em 2021. Ainda é importante destacar o total de empresas que aderiram a esse movimento: chegou a 1.635 em 2020.

Muito desse resultado é o fato desse compartilhamento de propriedade intelectual contribuir para o alcance dos objetivos estratégicos. Contudo, ainda há espaço para melhoria. Então, fica claro que haverá um crescimento nos próximos anos.

Tudo isso ajudará as empresas a conquistarem espaço no mercado e vantagem competitiva. Diante desse cenário, é possível melhorar a receita do negócio e alcançar resultados mais expressivos. Esse é o objetivo do open innovation e o motivo pelo qual vale a pena adotar essa abordagem.

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