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Sustentabilidade bancária: o que é e quais ações trazem essa característica?

Publicado por Oxigênio Aceleradora em fevereiro 15, 2023 | Atualizado em março 30, 2023
6 minutos para ler

O mundo já está com os olhos voltados às questões climáticas. As discussões sobre como podemos melhorar o uso dos recursos naturais, fazer menos desperdícios e ajudar no crescimento socioeconômico são pautas diárias. Nesse contexto, cresce também um conceito no ambiente corporativo: a sustentabilidade bancária.

Mas, o que é isso afinal? A boa notícia é que as empresas estão bem orientadas a seguirem a agenda de ESG. Quem sai na frente na maioria das vezes são as startups. E um dos motivos é que companhias nesse formato tendem a carregar no DNA a modernização, uso de tecnologia e foco em práticas sustentáveis — ou as chamadas práticas verdes.

Que tal falarmos com maior profundidade sobre sustentabilidade bancária? Hoje separamos dicas e informações para você investir nesse modelo. Confira abaixo!

Sumário

  • O que é sustentabilidade bancária?
  • Quais são os pilares da sustentabilidade bancária?
    • Fator ambiental
    • Fator social
    • Fator econômico
  • O que esperar para o futuro da sustentabilidade bancária?

O que é sustentabilidade bancária?

Sustentabilidade bancária é quando uma empresa do setor financeiro (na maioria das vezes bancos) passam a aplicar práticas e ações sustentáveis. Ou seja, que visam ajudar o meio ambiente, principalmente no cenário em que vivemos hoje. Ao mesmo tempo, tudo isso é feito em equilíbrio para que o negócio fique ainda mais atrativo a investimentos.

Além disso, é importante frisar que os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes com as empresas. Sustentabilidade é assunto sério, e quem investe nisso chama atenção e ganha clientes fiéis. Uma prova é uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que aponta que para 87% das pessoas o compromisso com questões verdes é fundamental.

Por esse e outros motivos, o setor financeiro está mesmo voltado para essa transformação. A política ambiental é uma realidade, principalmente depois que um grupo de investidores estrangeiros ameaçou voltar atrás e deixar o país. O desmatamento da Amazônia foi o motivo. Desde então, as gigantes bancárias se uniram para mudar esse cenário. E tem dado certo.

Quais são os pilares da sustentabilidade bancária?

Para que ocorra, de fato, uma sustentabilidade financeira, é preciso agir nos 3 pilares desse conceito. Juntos, as práticas se tornam uma realidade e o negócio tende a contribuir massivamente com a sociedade.

Nesse sentido, acompanhe o que são e como atuar fortemente com os pilares em questão.

Fator ambiental

Os recursos naturais disponíveis devem ser cuidados e geridos pela sociedade, que inclui as comunidades e o setor privado — aqui, representado pelos bancos. Tudo de forma equilibrada e, claro, sustentável. Para alcançar esse objetivo, é preciso pensar na produção e consumo que sejam o necessário, sem excessos e pensados conscientemente.

Algumas medidas sustentáveis que estão neste pilar são:

  • evitar gastar água;
  • usar fontes de energias que sejam limpas e renováveis (como a geotérmica, eólica e hidráulica);
  • diminuir gradativamente a exploração de minérios, como o carvão e petróleo;
  • privilegiar quem produz e consome alimentos orgânicos — promover e investir em campanhas que apoiem essa prática;
  • dar visibilidade no uso de tecnologias que funcionam com fontes de energias renováveis;
  • reciclar o máximo possível;
  • apostar em produtos biodegradáveis;
  • preservar e proteger áreas verdes.

Fator social

Outro pilar superimportante para a sustentabilidade bancária é o fator social. Para isso, é fundamental que a preocupação com as pessoas e suas condições de vida, acesso à educação, saúde, segurança e lazer estejam em voga.

Erradicar a pobreza também deve estar nas prioridades de políticas sustentáveis. Além disso, algumas medidas ajudam o processo:

  • apoio a projetos educativos e sociais de forma gratuita;
  • ensino público com qualidade e respeito;
  • iniciativas de inclusão social e acessibilidade, como as que são voltadas a pessoas com deficiência;
  • qualificação de jovens profissionais;
  • saneamento básico, com esgoto tratado e água potável;
  • acesso à energia elétrica;

Fator econômico

E como terceiro pilar para a sustentabilidade bancária temos o fator econômico. Ora, se é necessário que haja estímulo e ações que gerem riqueza, o processo só se tornará equilibrado se tudo for feito com práticas sustentáveis.

Isso é fundamental para garantir a sustentabilidade econômica no futuro. Daí a importância de as empresas darem espaço para os fatores ESG, que mais do que nunca precisam estar em pauta. Aliás, um bom exemplo das startups é que muitas já chegam ao mercado com uma área dedicada a isso.

Ao mesmo tempo, há diretrizes a serem seguidas: cumprimento das leis ambientais, investimento em pessoas, código de conduta reforçado, gestão alinhada aos interesses da comunidade e, claro, stakeholders. No mais, algumas ideias:

  • uso de energia limpa e renovável;
  • tratamento de resíduos orgânicos com o apoio incondicional da reciclagem;
  • uso consciente de recursos energéticos hídricos;
  • transporte de produtos de forma econômica e em meios menos poluentes, como por trens e rios;
  • incentivos fiscais junto a empresas com ações sustentáveis concretas;
  • tratamento e reaproveitamento da água;
  • uso de itens reciclados e biodegradáveis;
  • menos utilização de papel.

O que esperar para o futuro da sustentabilidade bancária?

As tendências no pensar e agir de forma sustentável são inegáveis. Como dissemos, no setor financeiro elas ganham cada vez mais força, pautadas na necessidade de práticas que ajudem a sociedade e o meio ambiente. Mas, afinal, o que esperar para o futuro?

Muito do que já estamos vendo por aí. As startups que queiram prosperar e chamar a atenção de investidores, por exemplo, precisam ter enraizadas políticas sustentáveis. Não apenas isso, mas fomentar dentro e fora dos seus espaços físicos ações que estejam ligadas ao uso consciente de recursos naturais.

Para isso, uma dica valiosa é continuar investindo em tecnologia. E como toda startup nasce nesse berço tecnológico, fica um tanto mais fácil seguir essa linha. Porém, campanhas, discussões, inovações, entre outros, são muito bem-vindos no ambiente corporativo.

O futuro da sustentabilidade bancária está atrelado ao incentivo de políticas que visam o cuidado com o meio ambiente. Que explorem de forma inteligente e renovável os recursos que existem, sejam eles orgânicos ou minerais.

E, então, animou para colocar em prática tudo o que foi dito aqui? Lembre-se de envolver toda a equipe, os gestores e de instigar o assunto no momento da contratação de novos colaboradores. O meio ambiente agradece e a sustentabilidade bancária se tornará real!

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